Prezados Parceiros e Desenvolvedores,
Tudo na vida é regido por ciclos e o que não evolui está fadado ao fracasso, são as famosas "mentes obtusas" ou fechadas.
Isto não é diferente no mundo da tecnologia, aliás, é aonde isto é mais sentido - lembram da famosa Lei de Moore? Assim é com a tecnologia dos ECFs com MFD.
Um dos primeiros equipamentos lançado com esta tecnologia ainda hoje paga alto preço por não ter inovado. Em seguida, a Bematech investe milhões no desenvolvimento de uma versão comercial de MFD, seguido de 4 anos para obter a homologação do produto, após severos testes de campo e de homologação na nova legislação.
Neste desenvolvimento usou-se memórias de máquinas fotográficas digitais que eram o único dispositivo comercialmente viável na época, onde permitiam armazenar o volume de informações desejado.
Estas memórias de 32MB eram as maiores na época e capazes de armazenar até 1,5 anos de movimento de um supermercado de alto volume de transações, ou seja, no pior caso. Pode parecer pouco, mas vale lembrar que os concorrentes, na mesma situação, armazenam no máximo 2 meses. Para isto, tivemos que utilizar, já naquela época, 3 algoritmos de compactação diferentes, pois cada tipo de dado exige uma compactação compatível para ficar de pequeno tamanho. Além disto, utilizou-se os processadores mais potentes existente naquela época, equivalentes ao 80186 com recursos de DMA (Direct Memory Access) e outros recursos importantes, um processador do tipo CISC (Complex Instruction Set Computer). Muitos ficariam satisfeitos com isto, mas a Bematech visualizando a ampliação deste mercado e a adoção da tecnologia em nível nacional, investiu ainda mais para aperfeiçoar o produto. Para tanto, mudou-se radicalmente alguns itens do projeto, como por exemplo o processador.
Todos sabem que os MACs rodam muito melhor que os PCs, sabem por que? Os MACs utilizam processador RISC (Reduced Instruction Set Computer), enquanto os PCs utilizam CISC. O processador RISC possui um clock (velocidade de execução) muito maior que o CISC, além de capacidade de endereçamento extremamente superior, podem utilizar muito mais memória. Assim, pudemos ampliar a memória da MFD de 32MB fixos para o intervalo de 128MB à 1.024MB.
Podemos comparar a MFD ao hard disk de um PC, quanto maior o disco rígido mais informação você armazena lá. Em outras palavras, agora a impressora inicia com 4x mais capacidade de armazenamento, chegando até 32x mais. É muita memória! Se antes, no pior caso, se armazenava 1,5 anos, agora a capacidade é de 6 anos, chegando até 48 anos para esta situação, isto mesmo, quarenta e oito anos nesta mesma comparação.
O melhor de tudo é que você pode ajustar o tamanho da MFD conforme julgar necessário, se o estabelecimento comercial tem muito movimento, você pode calcular o tamanho necessário da MFD e usá-la, ou ainda, se preferir pode esgotar a primeira MFD e em seguida colocar uma nova de qualquer tamanho. Nosso equipamento permite a troca de até 26 MFDs por MF (Memória Fiscal), ou seja, a capacidade máxima é de 52GB. Para ter uma idéia, equivale ao disco rígido deste notebook que utilizo para escrever este Flash-News. E neste caso, "quanto mais, melhor!" - e que nos perdoem quem não pode dizer isto!
Esta capacidade só é possível porque utilizamos um sistema inteligente para a troca de MFD que não é resinada no gabinete como a Memória Fiscal, quer dizer, você pode trocar com bastante facilidade durante uma intervenção técnica.
Alguns utilizam a resinagem da MFD no gabinete e isto traz um enorme problema aos usuários da impressora, pois é necessário enviar à fábrica para trocar a MF e a MFD ao mesmo tempo, ficando muito caro o processo, ou seja, algo que deveria ser simples se torna algo complexo, demorado e acima de tudo caro.
Para a MP-2100 TH FI simplesmente se faz uma intervenção técnica, salva os dados todos no PC e pronto, você pode acessar os dados antigos a qualquer momento, com toda segurança e confiabilidade.
De fato, com os recursos de drivers, dlls e aplicações de recuperação de dados que a Bematech disponibiliza no site, você pode com uma única função implementada em seu programa ter acesso aos dados de qualquer lugar, seja na MFD já salva no PC ou naquela em uso atualmente no equipamento, e isto para Windows, DOS e Linux.
Tudo isto é feito utilizando-se padrões de mercado, porque tudo que é proprietário "amarra" o cliente, lembram do caso do Betamax e do Vhs? O Betamax era ótimo e proprietário, mas simplesmente morreu porque foi deixado de lado pelo mercado.
O mesmo podemos dizer do código de barras utilizado nas Reduções Z. Usamos o padrão de mercado PDF-417, permitindo a liberdade de usar qualquer leitor de mercado para a operação de recuperação dos dados, você não fica preso a ninguém.
A MP-2100 TH FI possui ainda a maior velocidade da categoria, sendo 70% mais rápida que nosso modelo anterior e agora incorporando uma característica muito solicitada por nossos parceiros, a impressão do item em uma linha só e com a diminuição do espaço entre linhas, você coloca muito mais informação na mesma quantidade de papel.
E se estou falando de velocidade e de inovação, aguardem novidades para breve.
Um forte abraço,
Luis Antonio Luize
Gerente de Parcerias